terça-feira, 27 de julho de 2010

Portugueses querem recuperar habitat dos anfíbios

Afinal nem tudo o que está a acontecer no nosso país é mau! Apesar de todos os dias estarmos a ser bombardeados com notícias negativas, muitos são aqueles que ainda se esforçam não só para salvar o nosso país, mas também as espécies que nele habitam, como é o caso de um projecto ambiental que está a ser desenvolvido por uma equipa do Centro de Investigação e Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO)da Universidade do Porto.

Vejam esta notícia que foi publicada no Jornal Público:

Um projecto ambiental para recuperar habitats de anfíbios, como sapos ou rãs, está a ser desenvolvido em Portugal para preservar estas espécies. Os anfíbios ajudam a controlar insectos que podem ser vectores de doenças, como algumas espécies de mosquitos.

O habitat dos anfíbios está ameaçado devido à construção civil e à agricultura. O projecto do Centro de Investigação e Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO), da Universidade do Porto, tenta conservar e construir charcos para que estes animais sobrevivam e continuem a cumprir o seu papel na natureza.

“Os anfíbios têm uma grande importância nos ecossistemas porque fazem parte da dieta alimentar de muitas espécies” e o seu desaparecimento “iria impactar de forma bastante acentuada” toda a natureza, explicou José Teixeira, coordenador do projecto.

“Ao serem predadores importantes de invertebrados, nomeadamente de insectos, são para o homem auxiliares da agricultura e acabam por controlar vários insectos que são vectores de doença, como os mosquitos” já que se alimentam de larvas de mosquitos, nos charcos e “ajudam a controlar essas potenciais pragas”, explicou.

Com as alterações climáticas, as condições mudam o que pode ter consequências no surgimento de doenças menos frequentes. A DGS [Direcção Geral de Saúde] anunciou no fim-de-semana a investigação em Portugal de um caso provável de infecção por vírus do Nilo Ocidental.

“Há doenças transmitidas por vectores, essencialmente mosquitos, carraças e roedores. Esses vectores, com as alterações climáticas, ficam com condições mais favoráveis de proliferarem e as doenças que estão associadas podem tornar-se mais frequentes”, afirmou Filipe Duarte Santos, especialista nas questões do sobreaquecimento global.

Através do projecto de conservação de anfíbios, estão a ser identificadas zonas degradadas importantes para estes animais que necessitam ser recuperadas.

O passo seguinte é “fazer alguns acordos com proprietários no sentido de proteger esses habitats e depois dinamizar os locais do ponto de vista da educação ambiental” para que as pessoas comecem a perceber a sua importância.

“Estamos a identificar áreas onde possamos construir novos habitats para substituir aqueles que foram destruídos e identificar outros que possam ser preservados a médio e longo prazo, acima de tudo charcos ou lagoas, pequenas massas de água parada, importantes não só para anfíbios, mas também para outras espécies”, alguns répteis, aves aquáticas e plantas, salientou José Teixeira.

“No Mindelo conhecemos a presença de 12 das 16 espécies de anfíbios que existem em Portugal”, referiu.

Nesta zona, são conhecidas entre 20 e 30 lagoas: “Não teremos capacidade para actuar em todas, vamos fazê-lo em três ou quatro. Estamos no processo de construção de uma lagoa e em conversações para mais uma ou duas”.

Em Portugal, existem duas espécies de anfíbios que estão ameaçadas: a salamandra-lusitânica e um tritão.

Este projecto prolonga-se por dois anos e depois será realizado um trabalho de monitorização para seguir a evolução dos locais com intervenção.

A iniciativa, com um orçamento entre 130 mil e 140 mil euros, tem alguns parceiros, como o Oceanário de Lisboa ou a Agência Portuguesa do Ambiente.

sábado, 10 de julho de 2010

Répteis: As Osgas

Agora que o Verão parece ter chegado para ficar está na altura de nos mantermos alerta e passarmos a dar mais atenção aos pequenos animais que começam a aparecer para nos visitar! Osgas, cobras, lagartos, lagartixas...estes pequenos répteis aí estão e vieram para viver o verão! Não sei já foram brindados com a visita de algum destes pequenos animais, que em alguns geram o pânico, em outros aversão e em outros compaixão...
A mim... bem...depende...
Chega de divagação! Vamos falar de Osgas, pequenos répteis que se alimentam de insectos e de néctar de flores...
Dependendo das espécies, o tamanho pode variar entre os 1,8 centímetros da osga-anã, da República Dominicana e os 30 centímetros da osga-gigante-da-Nova-Caledónia. Apesar das várias espécies de osgas que existem, no nosso país vivem apenas três espécies: a osga-turca, a osga-moura e a osga-das-selvagens. As duas primeiras são comuns, existindo, também, noutros países. A última só existe nas ilhas Selvagens e no arquipélago da Madeira pois trata-se de uma espécie endémica desta zona. Já em Madagáscar vivem osgas de hábitos diurnos, tais como a PHELSUMA. De cor verde brilhante e com manchas azuladas, esta osga está bem camuflada entre a vegetação.
Tendo em conta que são seres vivos de "sangue frio", as osgas não controlam a temperatura do corpo, ao contrário dos mamíferos, o que faz com que apenas existam em zonas do nosso planeta onde as temperaturas não são muito baixas. Para se aquecerem, estes pequenos répteis colocam-se ao sol, perto das tocas onde se escondem. Quando as temperaturas descem, mais propriamente no Inverno, as osgas conseguem hibernar.
As osgas são animais que preferem “viver” durante a noite, saindo dos seus refúgios apenas ao final do dia, altura em que as pudemos encontrar em paredes e junto dos candeeiros, à espera dos insectos atraídos pela luz. Esta sua aderência às paredes deve-se às características das suas patas: forradas de pequenas escamas com a forma de pêlos, muito fininhas, as setae.

Fonte:
- Conhecimento Geral;
- http://aeiou.visao.pt/osgas-as-atletas-radicais=f564663

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Eusébio e Amália

A vida tem destas coisas e a verdade é que a lontra Eusébio faleceu na passada terça-feira, no Oceanário de Lisboa, não só devido à sua idade que de acordo com informação obtida no local já era superior a 20 anos), mas também a alguns problemas associados à mesma.
Foi com alguma tristeza que recebi a notícia da morte da lontra Eusébio, mas a vida continua e agora importa perceber qual a reacção da Amália a esta perda.
Na visita que realizei no dia 13 de Maio ao Oceanário verifiquei que a Amália aparentemente se encontra bem, não demonstrando para já estar a sentir a falta do seu companheiro. As suas brincadeiras continuam a encantar miúdos e graúdos e espera-se que a Amália não se venha a ressentir com a falta do mesmo. Contudo, e porque há sempre um pequeno risco de tal se verificar, em breve espera-se que a Amália possa vir a desfrutar da companhia das suas duas filhas.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Família Aumentada

Fui surpreendida recentemente com uma boa notícia: a minha familía de rodeores aumentou!
Agora é aquela parte em que os meus seguidores se perguntam: "Familía de Roedores?".
Sim é verdade!Desde o passado mês que tenho dois novos habitantes em minha casa, o Ricky e a Helena, os meus porquuinhos da índia.

Curiosos, timídos e excelentes companheiros, o Ricky e a Helena resolveram aumentar a familía e agora em vez de dois, temos muitos Rickizinhos e Heleninhas.:)

Vamos lá ver como me vou safar a tratar esta pequena grande família:)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Sporting Clube de Portugal leva os seus sócios ao ZOO

No início deste novo ano o SCP tomou a iniciativa de estabelecer uma parceria com o Jardim Zoológico de Lisboa.
Esta nova parceria proporciona aos assoicados do clube alguns descontos e vantagens no que diz respeito às visitas ao Zoo.
Uma iniciativa louvável, que para além de levar os adeptos a Alvalade, os pode levar ainda ao Zoo.

Divórcio no Mundo Animal

Um casal de cisnes da reserva de Slimbridge, no Reino Unido, «divorciou-se», surpreendendo os veterinários, uma vez que esta espécie mantém normalmente o mesmo parceiro a vida toda, conta a BBC.

Os cisnes regressaram à reserva durante a sua migração de Inverno com parceiros diferentes e deixaram os especialistas de boca aberta. Sarindi, o macho, «namora» agora com Sarind e Saruni, a fêmea, está com Surune.

É que esta é apenas a segunda vez em mais de 40 anos em que isto acontece, entre os mais de quatro mil casais de cisnes que passaram por este local.

«Enquanto ambos estiverem vivos, eles costumam manter-se juntos. Se eles mudam de parceiros, normalmente é em consequência da morte de um deles, não por escolha própria», explicou Julia Newth, especialista desta reserva.

A única suspeita até agora diz respeito ao facto de Sarindi e Saruni nunca terem conseguido ter filhos durante a sua relação. Talvez tenham mudado de parceiros para tentar reproduzir.


Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/ambiente/cisnes-divorcio-animais-ambiente-tvi24/1133815-4070.html

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Avisan 2009 - CNEMA, Santarém

O Centro Nacional de Exposições é, uma vez mais, palco da maior feira de aves e animais de companhia do país: a Avisan, certame que decorre de 28 de Novembro a 1 de Dezembro.Este certame é um marco incontornável para todos os que se encontram profissionalmente ligados a este mercado, ou que se interessam em particular por aves e de uma forma geral por animais.Motivos de atracção são os milhares de aves, entre outros animais exóticos e em vias de extinção, em exposição no recinto. Assim, numa tentativa de recriar, o melhor possível, o habitat natural das várias espécies diferentes de aves, a AVISAN põe em evidência desde aves de pequeno porte a grande porte e oferece várias actividades para os visitantes.

Mais informações em: http://www.cnema.pt

Fonte: http://www.cnema.pt/calendario_apresentacao.php?aID=2923